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Nosso Perfil

Formação

Loren Costa é psicóloga clínica desde 2005. Nestes 15 anos de experiência, atuou como psicóloga em instituições como Delegacia de Mulheres, Centro de Internação Provisória para adolescentes e Lar de Idosas.
É Mestre pela UFSJ onde investigou o tema da repetição e doutora pela UFMG pesquisando o tema da temporalidade inconsciente.

Lecionou psicologia em diferentes faculdades. Na Fasar-MG foi professora de Psicologia do Trabalho nos cursos de Administração e Engenharias e Introdução à Psicologia no curso de Pedagogia.

No Unileste-MG, foi professora de Psicanálise no curso de graduação e pós-graduação em Psicologia. Organizou as Jornadas de Psicanálise para os estagiários promovendo uma interessante discussão dos casos clínicos.

Atualmente, dá aulas no curso de pós-graduação do Pitágoras - Ipatinga e cursos de psicanálise no Naph.

Por que fazer uma análise?

"Tornar a encantar o mundo, não é o que se realiza em cada sessão de análise?" *

Não se trata nem de terapia comportamental, nem de coach pessoal, nem de transformação do ser. Trata-se de uma psicanálise. Mas, o que seria fazer uma psicanálise?

Longe de ser um tratamento que oferta mais uma "solução miraculosa" aos problemas, a psicanálise irá justamente se valer do furo de sentido, para conduzir o tratamento. Como isso funciona?

Se um impasse leva alguém a um profissional significa que ele está num momento de divisão: as soluções encontradas por ele até então, tropeçam, vacilam. Freud afirma que é preciso que o quantum de sofrimento seja maior que o de satisfação para que a decisão de tratar seu sintoma aconteça. É assim, sob forma de enigma, que o sujeito é levado a investigar suas próprias estratégias inconscientes que fazem uma dupla e antagônica função: de defesa e também de sofrimento.

O trabalho psicanalítico então é o que irá colocar tais estratégias em evidência para que elas ganhem-percam o sentido e encontrem uma forma menos custosa de conduzir a vida.

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O que fundamenta essa experiência?

Não é necessariamente um choque ou um trauma que nos conduz a uma análise. Quase sempre é uma tristeza, uma angústia, um desnorteio que nos leva a tomar essa decisão. Chamamos o tratamento de análise de trabalho, pois trata-se de um um trabalho de elaboração, de retomada, de tecitura, de construção. É ao falar torna-se possível se dar conta de sua história, de seu romance familiar. E é isso que lhe permite rever sua maneira de se conduzir na vida e dar outro destino ao seu sofrimento. O simples fato de falar e construir em análise transforma a pergunta e também a resposta do sujeito. Ter esse espaço permite dar uma forma a esse caminho que estava antes estranho, automático. O analisante passa a se apropriar disso que lhe parecia mais forte que ele, que lhe provocava um sentimento de impotência diante do outro e do mundo.

* Miller, J-A. Um esforço de poesia. Lição de 05 de março de 2003.